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ANIMAIS AMEAÇADOS DE EXTERMÍNIO NO PAMPA SAFARI EM GRAVATAÍ-RS.




imagem ilustrativa da internet.

O IBAMA diz que é preciso matá-los porque estão com tuberculose, mas há fortes indícios de que os animais não estão doentes. No mínimo, não todos.

Segundo uma matéria publicada no site da Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul na terça (29) os primeiros exames feitos nos animais deram negativo para tuberculose.

Os 20 animais mortos antes de  toda a polêmica, incluindo 4 fêmeas com filhotes, não apresentavam qualquer lesão pulmonar, sintoma esperado da doença.

Ativistas no local se revezam em todas as entradas do Parque.

Há um grande mistério sobre os animais que vivem no local pois as poucas fotos mostram emas, cavalos, cervos, camelos mas ninguém sabe quantos e quais são as espécies de animais que ainda vivem lá e segundo informações já chegaram a dois mil no passado.

Há rumores que tem a parte de aves exóticas que ninguém sabe onde fica e se realmente existem.mas os  funcionários não permitem que os ativistas circulem em toda a área, foi preciso chamar a Guarda Municipal e o Ministério Público para ser permitido dar uma olhada rápida.

Há uma autorização do Ibama para abater 300 a 400 cervos.

Os ativistas contam com o apoio da Fundação Municipal do Meio Ambiente de Gravataí e a deputada Regina Becker que entrou com liminar na justiça para impedir os abates, além do apoio de ativistas no Brasil e até no exterior.

Os meios de comunicação sempre colocam os dois lados da situação.

Vamos lembrar dois artigos da Declaração Universal dos Direitos dos Animais.

A Declaração Universal dos Direitos Animais é uma proposta para diploma legal internacional, levado por ativistas da causa pela defesa dos direitos animais à UNESCO em 15 de Outubro de 1978, em Paris,[1] e que visa criar parâmetros jurídicos para os países membros da Organização das Nações Unidas, sobre os direitos animais.
Publicado em 31 de mar de 2010

Art.1 : Todos os animais nascem iguais perante a vida e tem os mesmos direitos a existência.

Art. 2: O homem como espécie animal não pode exterminar outros animais ou explorá-los violando esse direito: tem o dever de por os seus conhecimentos a serviços dos animais...

Encerro essa matéria com o meu apoio aos ativistas que incansavelmente defendem o direito a vida e não desistem diante de todas as dificuldades que encontram no caminho.  Verdadeiros guerreiros, lutam, choram, se desgastam mas jamais desistem pois em seu íntimo independente de credo acreditam no valor da vida de nossos irmãos animais.


Texto: Tania Pereira

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