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Neto: decisão do TCU foi "forte" e cabe ao Congresso decidir

O prefeito de Salvador ACM Neto (DEM) disse na manhã desta quinta-feira, 8, que a reprovação das contas da presidente Dilma Rousseff (PT) relativas ao ano de 2014 pelo Tribunal de Contas da União (TCU) foi "uma decisão muito forte" por ser inédita e à unanimidade. E que está nas mãos do Congresso, agora, opinar sobre o parecer da corte.
Uma suposta reprovação das contas no Congresso pode levar até à abertura de um processo de impeachment da presidente. "(a decisão) Mostra um grande desequilíbrio fiscal do governo (federal) que, aliás, contribuiu de uma maneira decisiva para essa crise econômica que nós estamos vivendo hoje. Foi exatamente este desequilíbrio fiscal que gerou a crise que o Brasil vive hoje e que penaliza milhares de pessoas, trabalhadores", afirmou o chefe do executivo municipal.

A declaração de Neto foi dada durante a assinatura da ordem de serviço para reforma de 518 casas na Nova Constituinte, no Subúrbio Ferroviário. A ação integra o Programa municipal Morar Melhor, que objetiva reformar até o final de 2016 20 mil residências de famílias carentes de Salvador.

Sobre as consequências da decisão do TCU, Neto disse que, agora, "caberá ao Congresso Nacional". "Não me cabe opinar sobre isto. Como prefeito, eu prefiro manter reserva de opinião porque, na prática, quem vai decidir é o Congresso. Evidente que é um fato muito sério. Um voto muito consistente e que foi aprovado por unanimidade. Agora, vamos aguardar para ver qual vai ser o desdobramento", acrescentou.

Durante o evento, o prefeito ainda comentou as críticas que segundo ele recebe de adversários políticos sobre não investir no social. Ele disse que nunca "procurou saber qual foi o bairro que mais votou nele" e que os vereadores que estavam presentes na ocasião deveriam convidar os adversários para ver a atuação municipal para "os mais carentes" com as ações do Programa Morar Melhor.
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