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Dirceu pagou R$ 1 mi a empresa de deputado do PT de SP

A Operação Pixuleco, deflagrada na 17ª fase da Operação Lava Jato, revelou que a JD Assessoria e Consultoria, de José Dirceu, pagou 1,161 milhão de reais para a empresa da qual o deputado estadual por São Paulo Enio Tatto (PT) é sócio - a Unicon-Serviços. As informações são do jornal O Estado de São Paulo.
Tatto é o primeiro secretário da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa da cidade. Segundo investigações da PF, os pagamentos foram feitos entre janeiro de 2009 e dezembro de 2014. Nesse mesmo período, o ex-ministro José Dirceu era acusado de corrupção ativa pelo mensalão.


A PF suspeita que a JD foi usada para receber propina de empreiteiras no esquema do petrolão, por meio de consultorias nunca prestadas. Segundo a Lava Jato, a empresa faturou 39 milhões de reais em oito anos - destes, pelo menos 21,3 milhões de reais foram recebidos por depósitos mensais de três empresas.
Entre os presos pela Pixuleco está Bob Marques - braço direito de Dirceu que trabalhou por anos na liderança do PT. Bob era funcionário efetivo da 1ª Secretaria da Assembleia Legislativa de São Paulo desde 2003, assumida por Tatto em 2013.
Unicon e JD - Na Pixuleco, os agentes destacaram que a Unicon foi responsável por toda a contabilidade da JD desde que esta foi fundada. Yolanda Tatto - esposa de Enio Tatto e sócia da Unicon - negou o recebimento de propina e alegou que o dinheiro era proveniente dos honorários contábeis mensais. Ela também afirmou que o marido mal aparecia pela empresa. "Nos últimos 17 anos, ele passou aqui umas cinco vezes para tomar café", disse.
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