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São Paulo Sem-teto apedrejam Câmara de São Paulo e entram em confronto com a PM Manifestação pela aprovação do Plano Diretor degenerou em vandalismo; oposição responsabilizou o prefeito Fernando Haddad pela confusão

Sem-teto colocam fogo em pneus, e entram em confronto com a polícia em frente à Câmara Municipal de São Paulo
Integrantes do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) apedrejaram o prédio da Câmara Municipal de São Paulo, atearam fogo em pneus e deixaram um rastro de destruição nas ruas do Centro após protesto contra o adiamento da votação do Plano Diretor Estratégico (PDE) da cidade. Houve confronto com a Polícia Militar, que reagiu com bombas de efeito moral para conter o vandalismo.
Segundo a PM, cerca de mil pessoas participavam do protesto em frente à Câmara até o início do quebra-quebra, que se estendeu pelas ruas do centro até a Praça da Sé. O objetivo do grupo era pressionar os vereadores a votarem o PDE ainda nesta terça-feira. O projeto prevê a delimitação de áreas para construção de moradias populares.
Esse é o segundo tumulto provocado pelo MTST. Mais cedo, por volta das 15 horas, alguns manifestantes tentaram invadir a Câmara e foram impedidos pela PM e pela Guarda Civil Municipal. Em nota, a Câmara Municipal informou que o presidente da Casa, José Américo (PT), cancelou a votação porque a leitura dos votos ultrapassou o tempo limite de 75 minutos. O pleito foi reagendado para esta quarta-feira.
Os vereadores da oposição culpam o prefeito Fernando Haddad (PT) pela confusão. Na semana passada, o prefeito subiu em um carro de som do MTST e convocou os manifestantes a cobrarem mais agilidade dos vereadores para a votação do PDE.

Em nota, o PT criticou a oposição por "responsabilizar o prefeito pela situação de tensão" na Câmara. "Se houve qualquer responsabilidade foi da própria oposição que, de todas as maneiras possíveis, obstruiu o andamento da discussão usando artifícios para impedir o debate do texto do projeto."
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