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América Latina Ex-chefe de inteligência de Chávez é morto na Venezuela Homenagens que vão durar três dias tiveram início nesta terça, quando ministro do Interior e Justiça anunciou que um dos responsáveis pelo crime foi detido

Apoiadores chavistas exibem jornal com a foto de Eliézer Otaiza, morto a tiros na Venezuela
O ex-chefe de inteligência de Hugo Chávez e atual presidente da Câmara Municipal de Caracas, Eliézer Otaiza, foi assassinado no fim de semana com quatro tiros na cabeça e no pescoço. Ao confirmar a morte, nesta segunda-feira, o presidente Nicolás Maduro ordenou uma investigação sobre o caso. Nesta terça, o ministro do Interior e da Justiça, Miguel Rodríguez Torres, afirmou que um dos envolvidos no crime foi detido, o que levou à identificação dos outros responsáveis. Torres não revelou a identidade de nenhum dos suspeitos.
Otaiza foi visto pela última vez em uma reunião de amigos no município de Baruta, no sudeste de Caracas. Seu corpo foi encontrado no município de El Hatillo, seminu, com sinais de tortura e com o rosto desfigurado. Na segunda-feira, o veículo em que ele estava foi localizado com um tiro na carroceria. As homenagens a Otaiza devem durar três dias, período em que seu corpo ficará exposto na sede da Assembleia Nacional.

A notícia sobre a morte do político chavista tirou o foco da crise política nos últimos meses na Venezuela. Ao lamentar a perda de Otaiza, Maduro disse que ele havia sido promovido recentemente a major do Exército. “Era um homem que tinha mil vidas. Descanse em paz, espero que possa se encontrar na vida eterna com o comandante infinito”, declarou o afilhado político de Chávez, em declaração reproduzida pelo jornal espanhol El País, em uma referência ao coronel, morto em 2013.
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