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Pelé faz campanha contra protestos durante a Copa do Mundo

Rei do Futebol não quer que manifestações "atrapalhem" o andamento da competição

Ao lado de Michael Phelps (esq.), Pelé (dir.) falou sobre a Copa do Mundo

Após se manifestar contrário aos protestos sociais no Brasil durante a última Copa das Confederações, Pelé já se preocupa com a repetição do cenário na Copa do Mundo de 2014. O Rei do Futebol fez campanha para não haver revolta popular ao ser entrevistado por jornalistas estrangeiros em evento publicitário em São Paulo, na quarta-feira (4).

"Espero que o povo entenda que teremos duas coisas importantes aqui, a Copa do Mundo e as Olimpíadas. A Copa das Confederações já aconteceu com todo aquele tumulto. O povo precisa entender que os eventos são muito importantes para o nosso País. Não quero que haja manifestação", avisou.

Pelé já havia sido bastante criticado por dar declarações semelhantes na época da Copa das Confederações. Depois da polêmica, disse que fizeram uma interpretação errada de suas palavras.
Desta vez, para minimizar a controvérsia, Pelé já fez uma ressalva: "Vamos continuar fazendo protestos, mas sem prejudicar a Copa do Mundo".

Palpites
Acuado pela sua fama de fazer previsões que não se confirmam, Pelé não quer apontar um só favorito para conquistar o título da Copa do Mundo de 2014. "Sem dúvida, Alemanha e Espanha são as duas seleções que estão em melhor momento na Europa, mas sempre pode acontecer alguma surpresa. Só quero que o Brasil chegue à final", disse.

Questionado sobre uma hipotética decisão entre Brasil e Espanha, a exemplo do que ocorreu na Copa das Confederações, o Rei franziu a testa: "Não sei se eu gostaria muito. Quero ver o Brasil na final, seja contra quem for. E, se possível, que a gente ganhe".
Gazetapress
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