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Quatro mudanças de hábitos para adotar e cuidar melhor dos rins

 
Essa dupla dinâmica pode correr sérios riscos e nem dar sinal do problema; saiba como evitá-los.
Analgésicos
Os rins trabalham muito para manter o seu organismo em ordem. Eles filtram o líquido vermelho, eliminando as impurezas. Além disso, equilibram a quantidade de sal e água no corpo. Eles produzem a renina, que controla a pressão arterial, e a eritropoietina, importante na confecção dos glóbulos vermelhos. A vitamina D, primordial para os ossos, também é ativada nos rins. Ela aumenta a absorção de cálcio e mantém seus níveis equilibrados.

Confira quatro mudanças de hábitos essenciais para cuidar melhor dos rins:

Alimentação equilibrada
Tomar cuidado com o excesso de gordura e ingerir alimentos ricos em vitaminas e fibras vai colaborar bastante para a manutenção das funções renais. "É importante adotar uma dieta com menor quantidade de proteína para evitar a sobrecarga renal", afirma Marcos Vieira, diretor clínico da Fundação Pró-Rim, em Santa Catarina. Esse menu deve ser avalizado pelo médico e por um nutricionista.

Analgésicos só com orientação
Remédios só deveriam entrar em cena com a indicação de um especialista. Até mesmo quando aparece aquela simples dor de cabeça, fuja da automedicação. Na hora, ela pode até ser solucionada, mas, a longo prazo, quem pode sofrer são seus rins. "Tanto os analgésicos quanto os anti-inflamatórios são capazes de prejudicá-los se tomados em excesso porque favorecem a ocorrência de doenças renais", alerta Nestor Schor, da Universidade Federal de São Paulo. Procure sempre orientação médica para identificar o causador do incômodo e debelá-lo da melhor maneira possível.

Devagar com a bebida
Quando ingerido com parcimônia, o álcool pode até beneficiar o trabalho dos rins. Os experts chegam a recomendar uma ou duas doses bem pequenas. Porém, enfiar o pé na jaca não vai agradar aos pequenos filtros, que sofrem indiretamente. "Em excesso, o álcool pode causar hipertensão, que vai evoluir até gerar problemas renais", adverte o nefrologista André Luis Baracat, do Hospital Beneficência Portuguesa de São Paulo. A bebida também causa prejuízos ao fígado, o que, em última instância, vai desembocar em um estrago nos rins.

Apagar o cigarro em definitivo
No personagem principal desta reportagem, a atuação do fumo é tão nefasta quanto em outras partes do corpo. E a explicação está no surgimento de pequenos bloqueios, as placas de gordura, que diminuem o calibre dos tubos por onde circula o sangue. "Os rins são cheios de vasos sanguíneos. O cigarro desencadeia inflamações que prejudicam o órgão", destaca o nefrologista André Luis Baracat.



Fonte:  MdeMulher
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